Os 8 Objetivos
de Desenvolvimento do Milênio (ODM), constituem o compromisso
firmado por 191 países presentes à Assembléia
Geral da ONU de 2000, incluindo o Brasil, com o objetivo de
trabalharem para um mundo pacífico, justo e sustentável.
Para termos
um mundo pacífico, o primeiro passo deve ser dado na
direção do desarmamento global. Por que?
Ora, se
houver desarmamento, haverá espaço para negociação
pacífica. O marketing da guerra é o que se utiliza
para vender armas! Tudo começa com o desentendimento,
com o esfacelamento da família e dos valores presentes
na solidariedade humana. Não havendo amor e predominando
a insegurança e a falta de credibilidade, todas as
pessoas sentem-se ameaçadas pelos outros e, esse clima
de desconfiança aliado ao ódio que se infiltra
nos corações humanos torna-se o ambiente perfeito
para a venda de armas. Portanto, quem fabrica armas... fabrica
também as guerras! Daí ser considerada uma HIPOCRISIA
moderna uma nação dizer que está trabalhando
para a construção de um mundo pacífico,
enquanto fabrica armas!
Para termos
um mundo justo, o primeiro passo deve ser dado na direção
do equilíbrio do binômio CAPITAL x TRABALHO.
Por quê?
Ora, se
houver equilíbrio entre o CAPITAL e o TRABALHO, haverá
uma equiparidade entre o TER e o SER. Assim, quem é
competente, troca o seu trabalho por uma remuneração
justa. Quem tem o dinheiro, paga para obter produtos e serviços
produzidos por pessoas que têm a competência para
produzí-los. No entanto, na medida em que o CAPITALISMO
avança em suas dimensões globais, percebe-se
no planeta uma concentração de renda nas mãos
de poucas pessoas, enquanto que a grande massa da população
planetárea morre à mingua sem ter sequer os
meios dignos de sobrevivência. A justiça está
associada à figura da balança. Balança
representa o equilíbrio. Portanto, não se pode
conceber um mundo justo no qual o capital é remunerado
muitíssimas vezes mais do que o trabalho. Vejam-se
os exemplos dos bancos. Banqueiros cada vez mais ricos e bancários
passando fome. Industriais cada vez mais ricos e industriários
cada vez mais pobres. Comerciantes cada vez mais ricos e comerciários
cada vez mais pobres. Governantes cada vez mais ricos e populações
cada vez maiores passando fome. Salários de "Autoridades"
reajustados exemplarmente e os salários dos operários
e aposentados "corrigidos" por indicadores miseráveis.
E ainda existe a "ousadia" de chamar a aposentadoria
de "benefício", quando, na verdade, deveria
ser chamada de "reembolso" pelos investimentos feitos
e por uma vida inteira dedicada à construção
do mundo em que vivemos.
Para termos
um mundo sustentável, o primeiro passo deve ser dado
na direção do equilíbrio econômico,
social e ambiental. Por quê?
A sustentabilidade
está apoiada nesses três fatores: ECONÔMICO,
SOCIAL e AMBIENTAL. Todo e qualquer projeto, antes de ser
implementado, precisa ser avaliado quanto às suas viabilidades
econômica, social e ambiental. Nenhuma atividade deve
ser iniciada, se algum desses fatores tiver que ser prejudicado!
Podemos comparar o triângulo da sustentabilidade com
o triângulo do fogo.
Se abrirmos
o triângulo do fogo, o fogo se apaga. Se abrirmos o
triângulo da sustentabilidade, a sustentabilidade se
acaba!
Por esta
razão é que o mundo inteiro está se unindo
para cumprir os 8 objetivos de desenvolvimento do milênio.
Só assim se poderá chegar à construção
de um mundo pacífico, justo e sustentável!
Da mesma
forma que os bombeiros combatem os incêndios procurando
abrir o trângulo do fogo, para que ele seja apagado,
o mundo de hoje precisa treinar cada cidadão para ser
um bombeiro da sustentabilidade. Só que atuando ao
contrário. Em vez de abrir o triângulo, cada
cidadão consciente tem que zelar para que esse triângulo
jamais seja aberto para que a sustentabilidade não
se acabe!
Quais
são as avaliações que devem ser feitas
antes de colocar em execução qualquer projeto?
Em primeiro
lugar avaliamos sua viabilidade econômica: A atividade
projetada fornecerá os lucros necessários e
suficientes para abrigar o seu desenvolvimento sustentável?
A seguir,
avaliamos a sua viabilidade Social: A atividade projetada
satisfará a todas as partes interessadas? O projeto
só terá prosseguimento depois de se constatar
que não acarrretará prejuízo a nenhuma
das partes interessadas. Compreende-se por partes interessadas,
todas as pessoas ou instituições que possam
ser prejudicadas de alguma maneira, no presente ou no futuro,
a partir da implantação desse projeto.
Finalmente,
avaliamos a sua viabilidade Ambiental: A atividade projetada,
em hipótese alguma, poderá comprometer a vida
do planeta e no planeta. Se o projeto é viável
sob todos os aspectos: ECONÔMICO, SOCIAL e AMBIENTAL,
por quê não realizá-lo? Mãos à
obra!
Quais
são os perigos que devem ser evitados?
Em muitas
ocasiões nos deparamos com a "corrupção"
de excelentes projetos que foram exaustivamente estudados,
debatidos e aprovados pelas comunidades!
As principais
causas dessas "corrupções" estão
ligadas às fraquezas humanas: Egoísmo, Ganância,
Desamor, Inveja, Ódio, Prepotência, Cobiça,
Violência, dentre outras.
Essas
fraquezas são capazes de fazer com que administradores
"façam vista grossa" diante de evidências
que comprometem o ECONÔMICO, o SOCIAL e/ou o AMBIENTAL
e prossigam na execução de projetos que deveriam
ser condenados, colocando o seu foco apenas no LUCRO!
Como
consequência toda a humanidade sofre, enquanto que pequenos
grupos interessados nesses projetos enriquecem de maneira
imoral, mesmo que respaldados em "leis" - que são
meticulosamente estudadas com o objetivo de serem fraudadas.
Trata-se do crime organizado, que se apresenta em nossa sociedade
com inúmeras faces, até mesmo com a aparência
de instituições beneméritas!
O que
fazer quando o projeto - que deveria ser inviabilizado desde
o início - é implantado e já cresceu
o suficiente para gerar empregos, dando sustento a inúmeras
famílias? Como mudar o paradigma?
No mundo
atual, sabe-se que existem inúmeras pesquisas em busca
de fontes alternativas de energia.
A combustão
é um fenômeno que a Natureza suporta e absorve
quando nos seus níveis naturais. Por isso a Terra é
capaz de se auto-regenerar e manter a Vida, em toda a sua
harmonia. Através da fotossíntese e da assimilação
clorofiliana, o oxigênio do ar é renovado e o
carbono absorvido.
Quando,
porém, artificialmente, o homem amplia essa combustão
com suas máquinas, utilizando seus conhecimentos científicos
e empregando os seus sofisticados recursos tecnológicos,
a velocidade de degradação ambiental se multiplica,
podendo inviabilizar a capacidade de recuperação
do planeta!
Do mesmo
jeito que a Ciência e a Tecnologia apontam para uma
produção cada vez maior e mais rápida
de veículos movidos a combustão, a Natureza
clama pela sua redução!
Já
passou da hora do ser humano utilizar a Ciência e a
Tecnologia em benefício do bem comum, em vez de permitir
que pequenos grupos se apoderem desses conhecimentos para
o seu bem estar pessoal em detrimento da humanidade. Todos
têm o direito de crescer e expandir indefinidamente,
sem que os demais tenham que ser achatados!
Se o mundo
sabe que a combustão é nociva à Natureza,
por quê ainda existem veículos movidos a combustão?
O Pior: Por quê esses veículos ainda são
fabricados? Mais do que pior: Por quê ainda o Petróleo
é procurado e ainda se fala no pré-sal? Pior
ainda do que o pior: Por quê ainda se fabricam armas
e se alimentam guerras por causa do petróleo?
Vemos
aqui a importância de não se iniciar nenhum projeto
que não tenha sustentabilidade ECONÔMICA, SOCIAL
e AMBIENTAL. E os projetos que já foram iniciados?
Devem ser parados com urgência, mesmo que causem "prejuízos"
aos seus proprietários. Ou será mais fácil
colocar o problema na "esfera política" e
postergar a sua solução ou inviabilizar as ações
cabíveis, apelando para as famosas "estatísticas"
que, descaradamente, revelam que o número de óbitos
está diminuindo a cada ano... Mas os óbitos
continuam existindo!
Se a Ciência
e a Tecnologia fornecem os ingredientes para produzir cada
vez mais... elas têm que ser suficientes também
para reverter uma situação, reconstruindo o
que está errado.
Não
é suficiente saber construir um prédio. Se ele
foi "plantado" num lugar inadequado, é preciso
também saber como será "demolido".
As megalópolis existentes já estão precisando
há muito tempo que seus prédios sejam demolidos
em benefício do verde. Um bom projeto de urbanização
deverá contemplar 50% de construção respeitando
os outros 50% de verde ao seu redor. Assim, com este cinturão
verde, não haverá congestionamentos populacionais
e a população se expandirá na horizontal.
Onde houver a necessidade de se construir aglomerados residenciais
ou comerciais, estes deverão estar cercados pela sua
área verde equivalente! Há que se estudar a
população máxima de cada aglomerado,
para que ele seja viável, para evitar a proliferação
de megalópolis no planeta. A Natureza é toda
harmonia e equilíbrio e deve ser contemplada à
luz da Ciência e da Tecnologia, sem que apenas o lucro
seja considerado nas ações humanas.
Foi por
esta razão que a ONU está presente para a concretização
dos 8 objetivos de desenvolvimento do milênio ... Mas
os 8 Jeitos só funcionarão, se forem desenvolvidos
no Meio Ambiente do Amor . Cada um dos jeitos deverá
estar mergulhado no Amor. Amor a Deus sobre todas as coisas.
Amor ao nosso próximo como a nós mesmos!