8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
Orientando nossas vidas para a construção de um mundo melhor
Divertindo, Educando, Instruindo
, Evangelizando e Construindo

Apresentação dos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

Acabar com a fome e a miséria
   
Garantir ensino fundamental de qualidade para todos
   
Promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher
   
Reduzir a mortalidade infantil
   
Melhorar a saúde materna
   
Combater a Aids, malária e outras doenças
   
Promover a qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente
   
Ter todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

Os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), constituem o compromisso firmado por 191 países presentes à Assembléia Geral da ONU de 2000, incluindo o Brasil, com o objetivo de trabalharem para um mundo pacífico, justo e sustentável.

Para termos um mundo pacífico, o primeiro passo deve ser dado na direção do desarmamento global. Por que?

Ora, se houver desarmamento, haverá espaço para negociação pacífica. O marketing da guerra é o que se utiliza para vender armas! Tudo começa com o desentendimento, com o esfacelamento da família e dos valores presentes na solidariedade humana. Não havendo amor e predominando a insegurança e a falta de credibilidade, todas as pessoas sentem-se ameaçadas pelos outros e, esse clima de desconfiança aliado ao ódio que se infiltra nos corações humanos torna-se o ambiente perfeito para a venda de armas. Portanto, quem fabrica armas... fabrica também as guerras! Daí ser considerada uma HIPOCRISIA moderna uma nação dizer que está trabalhando para a construção de um mundo pacífico, enquanto fabrica armas!

Para termos um mundo justo, o primeiro passo deve ser dado na direção do equilíbrio do binômio CAPITAL x TRABALHO. Por quê?

Ora, se houver equilíbrio entre o CAPITAL e o TRABALHO, haverá uma equiparidade entre o TER e o SER. Assim, quem é competente, troca o seu trabalho por uma remuneração justa. Quem tem o dinheiro, paga para obter produtos e serviços produzidos por pessoas que têm a competência para produzí-los. No entanto, na medida em que o CAPITALISMO avança em suas dimensões globais, percebe-se no planeta uma concentração de renda nas mãos de poucas pessoas, enquanto que a grande massa da população planetárea morre à mingua sem ter sequer os meios dignos de sobrevivência. A justiça está associada à figura da balança. Balança representa o equilíbrio. Portanto, não se pode conceber um mundo justo no qual o capital é remunerado muitíssimas vezes mais do que o trabalho. Vejam-se os exemplos dos bancos. Banqueiros cada vez mais ricos e bancários passando fome. Industriais cada vez mais ricos e industriários cada vez mais pobres. Comerciantes cada vez mais ricos e comerciários cada vez mais pobres. Governantes cada vez mais ricos e populações cada vez maiores passando fome. Salários de "Autoridades" reajustados exemplarmente e os salários dos operários e aposentados "corrigidos" por indicadores miseráveis. E ainda existe a "ousadia" de chamar a aposentadoria de "benefício", quando, na verdade, deveria ser chamada de "reembolso" pelos investimentos feitos e por uma vida inteira dedicada à construção do mundo em que vivemos.

Para termos um mundo sustentável, o primeiro passo deve ser dado na direção do equilíbrio econômico, social e ambiental. Por quê?

A sustentabilidade está apoiada nesses três fatores: ECONÔMICO, SOCIAL e AMBIENTAL. Todo e qualquer projeto, antes de ser implementado, precisa ser avaliado quanto às suas viabilidades econômica, social e ambiental. Nenhuma atividade deve ser iniciada, se algum desses fatores tiver que ser prejudicado! Podemos comparar o triângulo da sustentabilidade com o triângulo do fogo.

Se abrirmos o triângulo do fogo, o fogo se apaga. Se abrirmos o triângulo da sustentabilidade, a sustentabilidade se acaba!

Por esta razão é que o mundo inteiro está se unindo para cumprir os 8 objetivos de desenvolvimento do milênio. Só assim se poderá chegar à construção de um mundo pacífico, justo e sustentável!

Da mesma forma que os bombeiros combatem os incêndios procurando abrir o trângulo do fogo, para que ele seja apagado, o mundo de hoje precisa treinar cada cidadão para ser um bombeiro da sustentabilidade. Só que atuando ao contrário. Em vez de abrir o triângulo, cada cidadão consciente tem que zelar para que esse triângulo jamais seja aberto para que a sustentabilidade não se acabe!

Quais são as avaliações que devem ser feitas antes de colocar em execução qualquer projeto?

Em primeiro lugar avaliamos sua viabilidade econômica: A atividade projetada fornecerá os lucros necessários e suficientes para abrigar o seu desenvolvimento sustentável?

A seguir, avaliamos a sua viabilidade Social: A atividade projetada satisfará a todas as partes interessadas? O projeto só terá prosseguimento depois de se constatar que não acarrretará prejuízo a nenhuma das partes interessadas. Compreende-se por partes interessadas, todas as pessoas ou instituições que possam ser prejudicadas de alguma maneira, no presente ou no futuro, a partir da implantação desse projeto.

Finalmente, avaliamos a sua viabilidade Ambiental: A atividade projetada, em hipótese alguma, poderá comprometer a vida do planeta e no planeta. Se o projeto é viável sob todos os aspectos: ECONÔMICO, SOCIAL e AMBIENTAL, por quê não realizá-lo? Mãos à obra!

Quais são os perigos que devem ser evitados?

Em muitas ocasiões nos deparamos com a "corrupção" de excelentes projetos que foram exaustivamente estudados, debatidos e aprovados pelas comunidades!

As principais causas dessas "corrupções" estão ligadas às fraquezas humanas: Egoísmo, Ganância, Desamor, Inveja, Ódio, Prepotência, Cobiça, Violência, dentre outras.

Essas fraquezas são capazes de fazer com que administradores "façam vista grossa" diante de evidências que comprometem o ECONÔMICO, o SOCIAL e/ou o AMBIENTAL e prossigam na execução de projetos que deveriam ser condenados, colocando o seu foco apenas no LUCRO!

Como consequência toda a humanidade sofre, enquanto que pequenos grupos interessados nesses projetos enriquecem de maneira imoral, mesmo que respaldados em "leis" - que são meticulosamente estudadas com o objetivo de serem fraudadas. Trata-se do crime organizado, que se apresenta em nossa sociedade com inúmeras faces, até mesmo com a aparência de instituições beneméritas!

O que fazer quando o projeto - que deveria ser inviabilizado desde o início - é implantado e já cresceu o suficiente para gerar empregos, dando sustento a inúmeras famílias? Como mudar o paradigma?

No mundo atual, sabe-se que existem inúmeras pesquisas em busca de fontes alternativas de energia.

A combustão é um fenômeno que a Natureza suporta e absorve quando nos seus níveis naturais. Por isso a Terra é capaz de se auto-regenerar e manter a Vida, em toda a sua harmonia. Através da fotossíntese e da assimilação clorofiliana, o oxigênio do ar é renovado e o carbono absorvido.

Quando, porém, artificialmente, o homem amplia essa combustão com suas máquinas, utilizando seus conhecimentos científicos e empregando os seus sofisticados recursos tecnológicos, a velocidade de degradação ambiental se multiplica, podendo inviabilizar a capacidade de recuperação do planeta!

Do mesmo jeito que a Ciência e a Tecnologia apontam para uma produção cada vez maior e mais rápida de veículos movidos a combustão, a Natureza clama pela sua redução!

Já passou da hora do ser humano utilizar a Ciência e a Tecnologia em benefício do bem comum, em vez de permitir que pequenos grupos se apoderem desses conhecimentos para o seu bem estar pessoal em detrimento da humanidade. Todos têm o direito de crescer e expandir indefinidamente, sem que os demais tenham que ser achatados!

Se o mundo sabe que a combustão é nociva à Natureza, por quê ainda existem veículos movidos a combustão? O Pior: Por quê esses veículos ainda são fabricados? Mais do que pior: Por quê ainda o Petróleo é procurado e ainda se fala no pré-sal? Pior ainda do que o pior: Por quê ainda se fabricam armas e se alimentam guerras por causa do petróleo?

Vemos aqui a importância de não se iniciar nenhum projeto que não tenha sustentabilidade ECONÔMICA, SOCIAL e AMBIENTAL. E os projetos que já foram iniciados? Devem ser parados com urgência, mesmo que causem "prejuízos" aos seus proprietários. Ou será mais fácil colocar o problema na "esfera política" e postergar a sua solução ou inviabilizar as ações cabíveis, apelando para as famosas "estatísticas" que, descaradamente, revelam que o número de óbitos está diminuindo a cada ano... Mas os óbitos continuam existindo!

Se a Ciência e a Tecnologia fornecem os ingredientes para produzir cada vez mais... elas têm que ser suficientes também para reverter uma situação, reconstruindo o que está errado.

Não é suficiente saber construir um prédio. Se ele foi "plantado" num lugar inadequado, é preciso também saber como será "demolido". As megalópolis existentes já estão precisando há muito tempo que seus prédios sejam demolidos em benefício do verde. Um bom projeto de urbanização deverá contemplar 50% de construção respeitando os outros 50% de verde ao seu redor. Assim, com este cinturão verde, não haverá congestionamentos populacionais e a população se expandirá na horizontal. Onde houver a necessidade de se construir aglomerados residenciais ou comerciais, estes deverão estar cercados pela sua área verde equivalente! Há que se estudar a população máxima de cada aglomerado, para que ele seja viável, para evitar a proliferação de megalópolis no planeta. A Natureza é toda harmonia e equilíbrio e deve ser contemplada à luz da Ciência e da Tecnologia, sem que apenas o lucro seja considerado nas ações humanas.

Foi por esta razão que a ONU está presente para a concretização dos 8 objetivos de desenvolvimento do milênio ... Mas os 8 Jeitos só funcionarão, se forem desenvolvidos no Meio Ambiente do Amor . Cada um dos jeitos deverá estar mergulhado no Amor. Amor a Deus sobre todas as coisas. Amor ao nosso próximo como a nós mesmos!

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